sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

Dica Cultural da Semana: Com Amor, Simon

Descrição da imagem #ParaTodesVerem - sobre fundo alaranjado "@guerreirosdainclusao". Abaixo "DICA CULTURAL DA SEMANA" e segue "Simples, fofo e importante. É assim que podemos definir o livro e filme Com Amor, Simon. Apesar de não existirem muitas histórias LGBT nos livros e cinema, a obra de Becky Albertalli se destaca por mostrar um romance clichê de filmes da sessão da tarde". O card possui diversas imagens de cenas do filme.

Simples, fofo e importante. É assim que podemos definir o livro e filme Com Amor, Simon. Apesar de não existirem muitas histórias LGBT nos livros e cinema, a obra de Becky Albertalli se destaca por mostrar um romance clichê de filmes da sessão da tarde. 

Simon Spier, o personagem principal, é um garoto comum de 16 anos e não gosta de explicar sua sexualidade. Não porque ele se sente mal com isso, mas por não gostar de ficar se explicando para os outros, afinal porque só os LGBT tem que se apresentar para o mundo?

Tudo começa a mudar quando Simon descobre que existe outro garoto gay que também guarda esse segredo, isso porque esse tal garoto publicou um texto em anonimato no tumblr onde os alunos da escola costumam postar fofocas e intrigas. Simon cria um e-mail fake e passa a trocar mensagens com esse menino, que até então é conhecido como Blue. 

Em uma tarde, Simon deixa aberto seu email fake em um computador do colégio, isso dá a oportunidade de um colega de classe de Simon acessar o email de Simon e, assim, descobrir o maior segredo do personagem. Martin então usa essa descoberta como chantagem.

Com referências a cultura pop, o livro e o filme contam a história de Simon sem reforçar certos estereótipos e abrindo caminhos para outras produções do tipo.



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Acessibilidade digital - qual o nosso papel nessa luta?

Descrição da imagem #ParaTodesVerem - sobre fundo roxo, em letras brancas "@GUERREIROSDAINCLUSAO". Abaixo "ACESSIBILIDADE DIGITAL" e "Qual o nosso papel nessa luta?". Ao final, ilustração de um celular onde se vê na tela do aparelho o perfil de uma mulher negra, de blusa azul, usando máscara facial.

Desde a virada do século, é evidente que entramos numa era digital. Praticamente tudo é feito através da internet e seus acessórios: trabalho, educação, localização, informação... São poucas as coisas que não precisamos fazer online. Com a chegada da pandemia do Covid-19, o uso das tecnologias aumentou absurdamente. Mas o que acontece com quem não tem acesso a internet ou as tecnologias tão comuns do nosso dia a dia?

Entender a importância da acessibilidade digital é compreender que como um cadeirante precisa de rampas para exercer seu direito de ir e vir livremente, os surdos precisam de acessibilidade em Língua de Sinais e os cegos de áudio-descrição para usufruir a internet por completo.

De maneira simplificada, a acessibilidade digital é a eliminação de barreiras na web. O conceito pressupões que as redes sociais e sites possuam ferramentas que garantam que todos possam navegar e interagir de maneira efetiva com as páginas.

No Brasil, segundo o IBGE de 2010, há aproximadamente 45 milhões de pessoas que apresentam pelo menos um tipo de deficiência. Esse número representa 23,9% da população brasileira.

A implementação da acessibilidade digital democratiza o acesso a informação, independente de suas capacidades físico-motoras, perceptivas, culturais e sociais.

O computador e a Internet representam um enorme passo para a inclusão de pessoas, em especial aquelas com deficiência, que podem estudar, trabalhar, fazer compras, pagar contas, compartilhar experiências e conhecimento, sem necessidade de deslocamento, principalmente em meio a pandemia. 

Tem muita gente que não tem acesso ou não compreende coisas na internet que são simples para a maioria de nós. A sua empresa ou o seu Blog hoje não conseguem alcançar mais de 10 milhões de pessoas – esse é o número de surdos hoje no Brasil. Isso porque não estamos incluindo as pessoas cegas que não possuem um leitor no computador ou celular. Ás vezes tem e nem conhece essa ferramenta.

No Brasil, pouquíssimos sites são acessíveis – só 1% do total. Isso faz com que as poucas organizações que se preocupam com a inclusão e investem na acessibilidade digital saiam na frente da maioria. Elas têm as portas abertas para mais de 45 milhões de brasileiros com deficiência – um público enorme, com o qual quase ninguém se comunica.


Fontes: https://www.gov.br/governodigital/pt-br/acessibilidade-digital

https://blog.handtalk.me/o-que-e-acessibilidade-digital/


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Dica Cultural da Semana: Estrelas Além do Tempo

Descrição da imagem #ParaTodesVerem - sobre fundo alaranjado, acima a esquerda, em preto, "@guerreirosdainclusao". Em seguida "DICA CULTURAL DA SEMANA". Abaixo a direita "Estrelas Além do Tempo conta uma história praticamente desconhecida por todos: nos anos de 1960, quando as leis de segregação racial ainda tinham força nos Estados Unidos, um grupo de mulheres negras foi fundamental para o avanço tecnológico que permitiu que o primeiro homem estadunidense fosse ao espaço, responsáveis pelos complicados cálculos matemáticos para a execução da missão durante a Guerra Fria." O card é ilustrado com imagens de cenas do filme.

Ainda em lembrança ao Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, o IGI selecionou o filme, dirigido por Theodore Melfi, como a Dica Cultural da Semana!

Estrelas Além do Tempo conta uma história praticamente desconhecida por todos: nos anos de 1960, quando as leis de segregação racial ainda tinham força nos Estados Unidos, um grupo de mulheres negras foi fundamental para o avanço tecnológico que permitiu que o primeiro homem estadunidense fosse ao espaço, responsáveis pelos complicados cálculos matemáticos para a execução da missão durante a Guerra Fria. 

Baseado em um livro de não-ficção de Margot Lee Shetterly, Estrelas Além do Tempo foca na história de três mulheres: Katherine Johnson (Taraji P. Henson) que fez os cálculos de reentrada da cápsula espacial levando o astronauta John Glenn, Dorothy Vaughan (Octavia Spencer), uma das únicas supervisoras negras da agência, e Mary Jackson (Janelle Monáe), a primeira engenheira negra da NASA.

Por serem mulheres, elas eram colocadas em um patamar de inferioridade em relação aos homens que trabalhavam e tinham a mesma formação. Porém, um fator as colocava em uma situação mais subalterna, a cor de sua pele – ser mulher e negra fazia com que elas fossem silenciadas pelos outros (mulheres e homens brancos) com os quais elas dividiam espaço.

O tema central do filme traz a quebra de barreiras que elas enfrentaram bravamente contra o machismo e o preconceito racial daquela época, durante o auge da competição espacial entre Estados Unidos e Rússia. É impossível assistir ao filme e não admirar e se inspirar na garra e força de vontade dessas mulheres em vencer os desafios diários no ambiente de trabalho (e fora dele).


Fontes: https://veja.abril.com.br/blog/e-tudo-historia/estrelas-alem-do-tempo-historia-real-e-ainda-mais-otimista/

https://www.hsm.com.br/tecnologia-inovacao/3-licoes-para-aprender-com-o-filme-estrelas-alem-do-tempo/

https://ufla.br/noticias/pesquisa/13084-pesquisa-da-ufla-analisa-o-filme-estrelas-alem-do-tempo-e-aponta-como-a-voz-feminina-foi-silenciada-na-ciencia-durante-e-apos-a-corrida-espacial

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Sete mulheres cientistas que todos deveriam conhecer


Por muito tempo, as áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática foram marcadas por preconceitos de gênero que excluem mulheres e meninas. O acesso desigual à oportunidades afastou e desmotivou, e desmotiva até hoje, várias mentes brilhantes dessas carreiras e impede seu progresso.

Mas apesar dos contratempos, algumas fronteiras do conhecimento científico começam a ser ultrapassadas para dar lugar à busca de soluções para desafios do mundo inteiro. Para o IGI, o trabalho delas mudou a maneira como o mundo é visto, e por isso mesmo, suas histórias merecem ser contadas e recontadas.

Para comemorar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, o #IGI fez uma coletânea de mulheres cientistas que mudaram e ainda mudam o mundo e todos deveriam conhecer.


Márcia Barbosa

Márcia Barbosa é física especializada em estruturas complexas da molécula de água. Ela acredita que as anomalias da molécula podem ajudar a resolver os problemas de escassez de água doce.

A brasileira desenvolveu uma série de modelos de propriedades da água que podem melhorar a compreensão sobre uma ampla variedade de tópicos. Entre eles, como ocorrem terremotos, como a energia mais limpa é gerada e a forma de tratar as doenças. Em 2013, ela recebeu o Prêmio L'Oréal-Unesco para Mulheres na Ciência.




Tu Youyou

Tu Youyou é química-farmacêutica e investiga o tratamento da malária numa técnica enraizada na medicina chinesa antiga. Sua descoberta da artemisinina, um composto que reduz rapidamente o número de parasitas do plasmódio no sangue de pacientes com malária, salvou milhões de vidas.

Como estudante de farmacologia, Youyou aprendeu a classificar plantas medicinais, extrair ingredientes ativos e determinar suas estruturas químicas. No início da  carreira, ela passou anos nas florestas tropicais do sul da China, estudando as consequências arrasadoras da malária e textos médicos antigos sobre os tratamentos tradicionais chineses para a doença.

Em 2015, ela e dois colegas receberam o Prêmio Nobel de Fisiologia ou Medicina, tornando-se a primeira chinesa a receber o Prêmio Nobel em qualquer categoria. 




Kiara Nirghin

A sul-africana, Kiara Nirghin, de 19 anos é vencedora da Google Science Fair 2016 por criar um polímero superabsorvente que pode reter mais de 100 vezes sua massa, potencialmente revolucionando a conservação da água e mantendo plantações saudáveis durante períodos de seca.

Fora isso, a ONU Mulheres destaca que a invenção é de baixo custo e biodegradável, feita de cascas de laranja e de abacate.

O interesse de Nirghin na conservação da água vem de sua experiência com a seca de 2015 em seu país natal. Ela ficou impressionada ao ver barragens de água, uma vez cheias até a borda, secarem.

A adolescente conta que "sempre soube que tinha que fazer algo para resolver a seca porque ninguém mais estava fazendo nada".

A ONU Mulheres observa que a descoberta de Nirghin tem potencial para ir muito além de sua cidade natal. Ao ser utilizado em campos agrícolas, o polímero superabsorvente pode aumentar a segurança alimentar em todo o mundo.


 

Katherine Johnson

Katherine Johnson é matemática. Seus cálculos foram essenciais para a exploração espacial dos Estados Unidos. Como cientista da NASA, ela calculou trajetórias, períodos de lançamento e caminhos de retorno de emergência que levaram os primeiros astronautas dos Estados Unidos ao espaço e à órbita da Terra.

De acordo com a ONU Mulheres, Johnson foi a primeira afro-americana a frequentar sua escola de pós-graduação e foi uma das poucas a trabalhar no programa espacial da NASA. Ela enfrentou discriminação por causa de sua raça e gênero, mas sabia que pertencia à equipe.

A cientista conta que eles se acostumaram com ela “fazendo perguntas e sendo a única mulher lá.”





Marie Curie

Marie Curie era física e química. Sua pesquisa em radioatividade estabeleceu a base para a ciência nuclear moderna, dos raios X à radioterapia para o tratamento do câncer. Ela foi a primeira mulher a ganhar o Prêmio Nobel e a primeira pessoa a ganhar dois prêmios Nobel em duas categorias diferentes: Física e Química.

Curie cursou universidade na Polônia e doutorou-se na França. Ela e o marido descobriram dois elementos radioativos, o polônio e o rádio, e fundaram um instituto de pesquisa médica em Varsóvia.

A cientista também inventou unidades móveis de raios-X que ajudaram mais de um milhão de soldados feridos na Primeira Guerra Mundial.

Curie morreu de uma doença associada à radiação. Mas suas descobertas continuam a salvar vidas até hoje.



Segenet Kelemu

Segenet Kelemu é uma patologista das moléculas das plantas, cuja pesquisa de ponta é dedicada a ajudar os pequenos agricultores do mundo a cultivar mais alimentos e a sair da pobreza. Ela diz que sua vida é dedicada a "fazer a diferença na vida das pessoas e melhorar a agricultura na África." Kelemu cresceu numa família de agricultores pobres na Etiópia e foi a primeira mulher de sua região a obter um diploma universitário.

Depois de anos estudando e trabalhando no exterior, Kelemu retornou à África para liderar uma nova geração de cientistas. Ela acredita que o "investimento na agricultura africana, e em pesquisa africana é, na verdade, investir na humanidade como um todo."

Kelemu recebeu o Prêmio L'Oréal-Unesco para Mulheres na Ciência em 2014, foi nomeada uma das 100 mulheres africanas mais influentes da Forbes África e selecionada como bolsista da Academia Mundial de Ciências em 2015.




Maryam Mirzakhani

Maryam Mirzakhani foi criada em Teerã, no Irã. Na infância, sonhava em ser escritora. Mas somente no ensino médio, que descobriu seu talento para a matemática, área que capturou sua criatividade e intelecto pelo resto da vida.

Em 1994, Mirzakhani se tornou a primeira aluna iraniana a ganhar a medalha de ouro na Olimpíada Internacional de Matemática, com 41 pontos de um total de 42. Em 2015, ela voltou a vencer com uma pontuação perfeita.

A iraniana-americana fez doutorado na Universidade de Harvard e foi uma das líderes nos estudos de dinâmica e geometria de superfícies complexas. Em 2014, ela se tornou a primeira vencedora da medalha Fields, o prêmio de maior prestígio em matemática.

Mirzakhani, que morreu em 2017, conta que quanto mais “dedicava tempo à matemática, mais se empolgava”. Ela lembra amar "a emoção da descoberta e o prazer de entender algo novo, a sensação de estar no topo de uma colina e ter uma visão clara".

A ONU Mulheres diz suas contribuições inestimáveis ​​para o campo da matemática perduram. E que sua carreira pioneira abriu o caminho para muitas matemáticas futuras.


Fonte: https://news.un.org/pt/story/2020/02/1703791

Bate-papo: mais mulheres e meninas na ciência

 

O #IGI verificou!
No dia 11 de fevereiro, celebramos o Dia Internacional de Mulheres e Meninas na Ciência e a EY,  junto com Pacto Global, ONU Mulheres, UNESCO e Donas da Rua, visando impulsionar o protagonismo feminino para a construção de um mundo de negócios melhor e acreditando no poder da tecnologia para a criação do futuro que queremos, preparou uma jornada especial.
Serão bate-papos reveladores, que vão mudar a forma como empresas veem o tema e ampliar o horizonte de carreira de jovens mulheres.
Será a partir das 15h ás 18h do dia 11, quinta-feira.
Para conhecer mais e se inscrever confira o link: 
https://www.ey.com/pt_br/mais-mulheres-e-meninas-na-ciencia

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Dica Cultural da Semana: Eu não sou um homem fácil

 Descrição da imagem #ParaTodesVerem - sobre fundo alaranjado, acima a esquerda "@guerreirosdainclusao". Em seguida, DICA CULTURAL DA SEMANA". Abaixo a direita "O objetivo principal do longa é mostrar que não é fácil viver em uma sociedade tão preconceituosa. Uma vez que você tenha nascido como membro do gênero feminino, tais dificuldades se multiplicam. Quando Damien perde “os privilégios” de ter nascido homem, ele passa a entender como é difícil viver no lado “desprivilegiado”.” O card possui diversas imagens do filme.


Embora pareça uma clássica comédia machista, Eu não sou um homem fácil não demora para revelar seu verdadeiro objetivo. A trama é exatamente o oposto do que todos pensam ao começar a assistir, ao mostrar que na verdade vai contra a sociedade patriarcal e a usa como comédia.

Damien é o típico estereótipo de um homem machista, trata mulheres como objetos e pensa existir exclusividades de gênero, como roupas e tipos de bebida. Com o universo querendo dar uma lição, o personagem bate a cabeça em um poste e acorda num mundo invertido. Nele, homens e mulheres tem seus papeis invertidos.

De maneira irônica, mulheres passam a classificar o masculino como sexo frágil. Damien passa a sentir as consequências de seus atos na pele. 

O objetivo principal do longa é mostrar que não é fácil viver em uma sociedade patriarcal e tão preconceituosa, uma vez que você faça parte do espectro feminino, tais dificuldades multiplicam. Quando Damien perde "os privilégios", ele passar a entender como é ruim viver do lado "desprivilegiado".


Fonte: https://poltronanerd.com.br/filmes/critica-eu-nao-sou-um-homem-facil-um-filme-que-precisa-ser-visto-69354


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Quem é Maria da Penha?

 

👉🏾 Você sabe quem é Maria da Penha? Maria da Penha Maia Fernandes é farmacêutica bioquímica e se formou na Faculdade de Farmácia e Bioquímica da Universidade Federal do Ceará em 1966.

👉🏾 O caso de Maria da Penha é representativo da violência doméstica à qual milhares de mulheres sofrem no Brasil e no mundo.

👉🏾 Autora do livro Sobrevivi... posso contar (1994) e fundadora do Instituto Maria da Penha (2009), ela ainda hoje fala sobre a sua experiência, dá palestras e luta contra a impunidade dessa violência que é social, cultural, política e ideológica, afetando milhares de mulheres, adolescentes e meninas em todo o mundo.

👉🏾 A LUTA PARA INIBIR, PUNIR E ERRADICAR TODA E QUALQUER VIOLÊNCIA DE GÊNERO FAZ PARTE DA TRAJETÓRIA DE MARIA DA PENHA.

👉🏾 Desconstruir a cultura machista, promover ações educativas de conscientização e fortalecer a rede de apoio às vítimas é o único caminho possível para que as mulheres realizem todas as suas potencialidades e garantam a participação na vida social, a inserção no mercado de trabalho, o respeito, a dignidade e a justiça.

👉🏾 POR ELA E POR TODAS. POR UMA VIDA LIVRE DE VIOLÊNCIA.


Fonte: institutomariadapenha.org.br

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

Oportunidade de Estudo: Especialização em História de Alagoas (IFAL)

 


Descrição da imagem #ParaTodesVerem - sobre fundo azul marinho, em azul claro "OPORTUNIDADES DE ESTUDO". Em seguida "@GUERREIROSDAINCLUSAO". Abaixo ilustração de mulher negra sentada diante de uma mesa. Ela faz anotações em um papel e mira a tela do computador à sua frente.


O #IGI verificou!

A Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação do Instituto Federal de Alagoas - Ifal publicou, nesta sexta-feira (22), o edital referente à seleção de estudantes regulares para o Curso de Especialização em História de Alagoas, a ser ofertado no Campus Maceió. As inscrições serão gratuitas, no período de 1º a 21 de fevereiro, por meio do link https://forms.gle/pcnHqQ87SAYRZDhr5.

O certame dispõe de 30 vagas, direcionadas a professores da educação básica que atuem nas áreas de História, Ciências Sociais, Filosofia, Geografia, Pedagogia e demais profissionais na área das Ciências Humanas

A seleção dos candidatos envolve duas etapas, sendo a primeira a análise da documentação dos inscritos e a última, a análise da Carta de Intenção de Pesquisa e avaliação do Currículo Lattes.

De acordo com o edital, a divulgação do resultado final será no dia 26 de março e o início das aulas está agendado para 9 de abril. 

Sobre o curso - A especialização em História de Alagoas, que possui carga horária total de 360 horas, prevê oferta de aulas em regime presencial, nos finais de semana, regidas por um professor do componente curricular correspondente. No entanto, enquanto durar a pandemia do coronavírus, as aulas ocorrerão de forma remota e, quando houver autorização pelo Ifal, elas poderão ocorrer de maneira híbrida. 

Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato com a Coordenação da Pós-Graduação em História de Alagoas - Campus Maceió pelo e-mail coordhistoriadealagoas.maceio@ifal.edu.br.

Saiba mais no edital. 


Fonte: https://www2.ifal.edu.br/noticias/especializacao-em-historia-de-alagoas-recebe-inscricoes-de-1o-a-21-de-fevereiro