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segunda-feira, 16 de maio de 2022

13/05 - Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo

Descrição da imagem #ParaTodesVerem - sob fundo amarelo, à direita: ilustração de mulher negra com braço esquerdo para cima e punho fechado. Na mão direita, um megafone direcionado à boca. A esquerda: "13 DE MARÇO: Dia Nacional de denúncia contra o racismo. Vidas negras importam!". No topo: "@guerreirosdainclusao"

Essa sexta, dia 13 de maio, foi aniversário da abolição da escravidão, ocorrida em 1888, e também uma data considerada como Dia Nacional de Denúncia contra o Racismo. Por anos, a data foi considerada comemorativa, entretanto, a realidade enfrentada por negros e negras, após a sua liberdade, foi oposta a uma comemoração. A abolição da escravatura tentou invisibilizar o grande dano que a escravidão representou e também buscou branquear a população brasileira por meio da imigração de pessoas trabalhadoras vindas da Europa.

A maior prova de que a abolição é um fato incompleto – e das mazelas pela quais passam a população negra – é o que a pandemia da Covid-19 tem evidenciado: agravamento das desigualdades econômicas e sociais, deixando claro o abismo entre pessoas negras e brancas. Tudo isso vem sendo piorado, nesses últimos anos, com o agravamento da crise econômica e política, além da precarização das relações de trabalho.  

O que estamos assistindo hoje é o resultado dessa triste construção histórica. E, é lamentável perceber que no contexto da pandemia, quem mais sofreu as consequências foi a população negra e periférica.

É importante não esquecer que foram mais de 300 anos de escravização das pessoas negras africanas, contra apenas 133 anos de uma falsa libertação. Esta data deve ser lembrada como mais um dia de reflexão, e não como uma data comemorativa. A escravidão trouxe consigo as mazelas do racismo, que reflete até hoje nas taxas de desemprego, na vulnerabilidade, nos altos índices de morte, no flagelo e na violência que negros e negras continuam enfrentando.

Racismo é crime. Denuncie! Disque 100.

sexta-feira, 5 de março de 2021

Dica Cultural da Semana: Coisa Mais Linda

Descrição da imagem #ParaTodesVerem - sobre fundo lilás, em letras vazadas, repetido 5 vezes "DICA CULTURAL DA SEMANA". Na última, a letra negritada. Em seguida, ilustração de barra de carregamento escrito "LOADING (carregando em inglês)". Ao final, "@GUERREIROSDAINCLUSAO"

Descrição da imagem #ParaTodesVerem - Sobre fundo lilás, acima, uma pincelada em degradê (azul, roxo e rosa), e por cima escrito "COISA MAIS LINDA". Abaixo o poster da série onde se vê as quatro atrizes principais, na praia, tendo o Pão de Açúcar ao fundo. Elas vestem maiôs típicos da década de 1950 e sorriem. Ao final, "@GUERREIROSDAINCLUSAO"


Coisa Mais Linda é uma séria brasileira ambientada na década de 50 e conta a história de quatro mulheres, cada uma com seus sonhos e ambições em busca de uma vida melhor. 

A protagonista, Malu (interpretada por Maria Casadevall), decide abrir um clube de música após ser abandonada pelo marido. Ela se torna sócia de Adélia (Patrícia Dejesus), uma mulher negra à procura de uma vida melhor para si e para a filha.

Thereza (Mel Lisboa) luta para conquistar espaços para as mulheres em uma revista voltada para o público feminino, enquanto Lígia (Fernanda Vasconcellos) procura convencer a si mesma e ao homem com quem está casada de que precisa seguir o sonho de se tornar famosa como cantora.

A séria provoca reflexões ao abordar com sensibilidade os temas principais da vida dessas mulheres. Além de mostrar as semelhanças de tratamento das mulheres entre aquele tempo e o que vivemos, abordando também questões raciais.

A série tem duas temporadas e pode ser vista na plataforma de streaming Netflix.


Fonte: https://falauniversidades.com.br/resenha-critica-a-coisa-mais-linda/

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

25 de Novembro - Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher

 

Descrição da imagem #PraTodosVerem - sobre fundo amarelo, ondas em diferentes tons de rosa na parte superior e inferior do card margeando a ilustração. Na parte central, à esquerda, em lilás, "25 de novembro - Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher", e segue "@guerreirosdainclusao". À direita, ilustração de quatro mulheres de perfil, enfileiradas. Elas vestem blusas de mangas compridas e longas saias. Cada uma com uma peça de roupa nas cores lilás, rosa, roxo ou preta. Seus penteados são variados. A última usa o cabelo solto, longo, tem o braço levantado e o punho cerrado.

Segundo o calendário da ONU, dia 25 de novembro é o Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher.
A data foi escolhida para homenagear as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva e Maria Teresa), dominicanas que ficaram conhecidas como Las Mariposas e se opuseram à ditadura de Rafael Leónidas Trujillo sendo assassinadas em 25 de novembro de 1960.

Iniciada em 25 de novembro de 1991, sob a coordenação do Centro de Liderança Global da Mulher, a Campanha Mundial pelos Direitos Humanos das Mulheres propôs os 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres.

Este período que vai de 25 de novembro até 10 de dezembro, quando se comemora o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, também contempla outras datas significativas como o 1º de dezembro (Dia Mundial de Combate à Aids), 3 de dezembro (Dia Internacional das Pessoas com Deficiência) 6 de dezembro (Massacre de Mulheres de Montreal) e 10 de dezembro (Dia Internacional dos Direitos Humanos).

Segundo a ONU, a violência contra a mulher aumentou drasticamente durante a pandemia. Somente em São Paulo sofreu um aumento de 30%, segundo o Ministério Público. No Rio de Janeiro a violência doméstica cresceu 50%, segundo o plantão da justiça estadual.

Denuncie!

Central de atendimento a mulher - 180


terça-feira, 17 de novembro de 2020

CINCO LEITURAS INDISPENSÁVEIS SOBRE RACISMO

 Com os últimos acontecimentos, o mundo tem assistido uma nova onda de protestos que demanda o fim do racismo. Mas como isso pode ser feito? Angela Davis traz a resposta: "Numa sociedade racista, não basta não ser racista. É necessário ser antirracista.". Por isso, o IGI fez uma seleção especial de leituras indispensáveis para ajudar na luta de um Brasil, e mundo, mais igualitário em passagem ao dia da consciência negra.

Descrição da imagem #PraTodesVerem: capa do livro

Mulheres, Raça e Classe (Angela Davis)
Todos os livros publicados por Angela Davis são considerados essenciais, mas em “Mulheres, Raça e Classe”, a filósofa estado-unidense analisa a intersecções das opressões no cenário de seu país. A obra é uma leitura obrigatória para entender a diferença que gênero, raça e classe social trazem a sociedade.

Descrição da imagem #PraTodesVerem: capa do livro


Memórias da Plantação: episódios de racismo cotidiano (Grada Kilomba)
A escritora traz em seu livro vozes negras e seus relatos de racismo cotidiano. Por meio desses relatos, Kilomba evidência como políticas racistas estão presentes no dia a dia, na forma como pessoas negras navegam o mundo e seus espaços brancos. Além de questionar os limites impostos as pessoas negras a serem quem elas são. 

Descrição da imagem #PraTodesVerem: capa do livro

Quarto de Despejo: Diário de uma favelada (Carolina Maria de Jesus)
Carolina Maria de Jesus era uma anônima até o lançamento de seu primeiro livro, Quarto de Despejo. Publicado em 1960, a obra é uma coleção de cerca de 20 diários escritos pela mulher negra, mãe solteira, pouco instruída e moradora da favela. A obra não é somente o diário da autora, mas traz a relação da mulher com todo o machismo e o racismo que existe em nossa sociedade e em que ela luta para sobreviver.

Descrição da imagem #PraTodesVerem: capa do livro

O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras (bell hooks)
Neste livro, bell hooks provoca a intersecção entre as lutas feministas e a luta contra o racismo. Essa obra demonstra como o feminismo é um movimento de diferentes mulheres ao redor do mundo, que buscam a união e a igualdade. Também trata da luta de classes dentro do próprio movimento feminista, na medida em que feministas brancas classe média alta e feministas pretas empobrecidas estão em polos opostos.   

Descrição da imagem #PraTodesVerem: capa do livro

Pequeno Manual Antirracista (Djamila Ribeiro)
No livro, a brasileira propõe questionamentos que envolvem a sociedade e o racismo enraizado nela. No começo do livro, Djamila escreve sobre a nossa história corrompida. Será que pôde-se mesmo dizer que o Brasil foi “descoberto” pelos europeus? Como foi o início da perseguição aos negros e à escravidão? Será mesmo que a escravidão terminou? É com questionamentos como esses que a escritora introduz o começo do livro e conceitos como o racismo estrutural.


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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Programa Empoderamento Econômico das Mulheres

 



#OIGIVerificou 

👉🏾 A ONU Mulheres Brasil anuncia o processo seletivo para a contratação de gerente de Projetos em Empoderamento Econômico das Mulheres. 

👉🏾 As candidaturas poderão ser apresentadas até 11/11/2020.

👉🏾 A oferta é voltada para pessoas com Mestrado (ou equivalente) em ciências políticas ou sociais ou áreas relacionadas ou 6 anos adicionais de experiência relevante para o cargo além do período mínimo de experiência requisitado.

👉🏾 Requisitos solicitados: experiência mínima relevante à posição anunciada de 6 anos a nível nacional ou internacional na concepção, implementação, monitoramento e avaliação de programas e projetos de desenvolvimento; experiência de trabalho com igualdade de gênero e direitos humanos das mulheres; fluência em Português e Inglês.

👉🏾 Requisitos desejáveis: experiência de trabalho com empoderamento econômico de mulheres (atenção especial será dada à experiência de trabalho com a capacitação de parceiros-chave no empoderamento econômico das mulheres); experiência em trabalhar com princípios e abordagens de Gestão Baseada em Resultados; experiência trabalhando no/ou com Sistema das Nações Unidas; fluência em espanhol.

As candidaturas deverão apresentar os seguintes documentos:

1. Formulário da ONU Mulheres de Histórico Pessoal (P11) preenchido e assinado

2. Formulário online preenchido

3. Carta de motivação


As candidaturas deverão ser enviadas até o dia 11 de novembro de 2020 para unwomenbra.hr@unwomen.org com o assunto “Project Manager – Women’s Economic Empowermen”. Candidaturas que estiverem com documentação incompleta serão desconsideradas. Clicando aqui você encontra o link diretamente para a matéria e formulários de inscrição.

Para fomentar a diversidade, a ONU Mulheres incentiva a candidatura de mulheres, negras e negros, indígenas, pessoas vivendo com HIV/AIDS, pessoas LBGTI e pessoas com deficiência.


Descrição da imagem: #pratodosverem #pratodesverem sobre fundo preto, em letras brancas, centralizado e circulado por halo de raios dourados PROGRAMA EMPODERAMENTO ECONÔMICO DAS MULHERES. Abaixo, à direita "@guerreirosdainclusao".

sexta-feira, 24 de julho de 2020

Violência doméstica: são 137 perdas por dia, no mundo.



A violência contra as mulheres segue invisível e, muitas vezes, silenciosa em meio à pandemia #Covid19.
Esteja atenta e atento. Apoie mulheres em situação de violência.


Descrição da imagem #pracegover #pratososverem
Sobre fundo azul, à esquerda, em vermelho, "137 mulheres", e segue, em letras brancas, "são assassinadas por um membro de sua família a cada dia no mundo". Abaixo, "Fonte: ONU Mulheres - o programa das mulheres no mundo 2019-2020 #coronavírus #covid19. À direita, desenho de um raio branco. Abaixo, logo da ONU Mulheres também em branco.

terça-feira, 31 de março de 2020

UNAIDS apoia decisão de realizar virtualmente a 23ª Conferência Internacional de AIDS

Todas as pessoas que vivem com HIV devem tomar medidas preventivas recomendadas para minimizar exposição e prevenir a infecção pelo novo coronavírus.

O UNAIDS apoiou a decisão de a Sociedade Internacional de AIDS (conhecida pela sigla em inglês IAS, de International AIDS Society) realizar, de forma virtual, a 23ª Conferência Internacional de AIDS (AIDS 2020) em julho e espera que as principais redes de populações-chave que organizam o evento HIV2020 também possam encontrar uma solução alternativa para a sua realização.

No auge da pandemia da COVID-19, a realização virtual da AIDS 2020 permitirá que os participantes tenham acesso e se envolvam com as mais recentes descobertas científicas, ações de advocacy e conhecimentos sobre o HIV – de uma forma totalmente segura.

Os organizadores da HIV2020, uma conferência que deveria ser realizada no México, a fim de fornecer uma alternativa segura para pessoas que não podem ou não gostariam de viajar para os Estados Unidos, cancelaram a conferência e estão analisando formas alternativas após o Governo do México ter suspendido grandes eventos no país.

A ‘AIDS 2020: Virtual’ permitirá que os participantes interajam através de sessões virtuais, satélites, exposições, arquivos virtuais de áudio e redes interativas da comunidade de qualquer lugar do mundo.

Para ler a matéria completa, clique aqui.

domingo, 8 de março de 2020

8 de Março - Dia Internacional da Mulher

Descrição da imagem #pracegover #pratodosverem #pratodxsverem #descreviparavocê: imagem do perfil, em branco e preto, de mulher negra com brincos grandes, turbante e uma guia (colar representativo de orixá, que é a divindade do candomblé). Abaixo, em letras brancas, "Metade do mundo são mulheres. A outra metade os filhos dela." Fim da descrição.

quinta-feira, 5 de março de 2020

90% da população mundial carrega algum preconceito contra mulheres

Num mês emblemático como março, cujo dia 8 nos convida no mundo interiro para refletir sobre a condição feminina, um estudo do Programa de Desenvolvimento da ONU (UNDP), aplicado em 75 países, aponta que 90% da população mundial carrega algum tipo de preconceito contra mulheres, seja político, econômico, educacional, ou ligado à violência ou direitos reprodutivos. 

Dos dados levantados é possível constatar que 30% das pessoas acreditam que um marido tem o direito de bater em sua esposa. Metade das pessoas entrevistadas acreditam que homens são melhores como líderes políticos e 40% pensam que os homens são melhores CEO.

Como era de se esperar, o Brasil aparece na pesquisa como destaque negativo. Foi um dos poucos países em que a misoginia cresceu nos últimos 9 anos. Enquanto 87,98% tinham pelo menos um preconceito contra mulheres entre 2005-2009, esse número aumentou para 89,5% até 2014. O número de pessoas sem preconceito caiu de 12,02% para 10,5%.

Para acesso à toda matéria, publicada na Época Negócios, e mais dados da pesquisa, clique aqui. 

domingo, 3 de dezembro de 2017

Mulheres negras são a principal vítima do HPV, segundo pesquisa do Ministério da Sáude



Dados preliminares de pesquisa realizada pelo#MinistériodaSaúde nas 26 capitais e no Distrito Federal alertam para o alto índice de #HPV entre jovens, principalmente #mulheresnegras.



Das mais de 7,5 mil pessoas participantes da pesquisa, 2.669 realizaram teste de HPV. Destas, 54,6% apresentaram resultado positivo e 38,4% apresentaram HPV de alto risco para o desenvolvimento de câncer.

O estudo indicou ainda que 16,1% dos jovens têm uma Infecção Sexualmente Transmissível (#IST) prévia ou apresentaram resultado positivo no teste rápido para #HIV ou #sífilis. 

Os dados finais desta pesquisa serão disponibilizados em abril de 2018.

Descrição da imagem #pracegover: uma camisinha de látex repousa sobre sua embalagem metálica rasgada.

domingo, 24 de maio de 2015

Entre as mulheres, as negras

Descrição da imagem:  dezenas de mulheres sentadas em um auditório, assistindo uma palestra.  Entre elas, ao centro, a autora do artigo, que veste blusa muito colorida, usa óculos e cabelos crespos na altura dos ombros.


Não são comentários diretos; não são críticas. São olhares... um tipo de racismo que o Brasil vive e sequer se dá conta, já que é velado.


Quando há fala, é assim: "que lindo, o seu cabelo!", mas numa postura corporal que diz "bonito para você, pois não sou negra e nem serve para mim".

Entre as mulheres, as negras.  Leia o artigo na íntegra, clicando aqui

quinta-feira, 30 de abril de 2015

"Percebam que a alma não tem cor"

Descrição da Imagem: do lado esquerdo, uma mulher negra com metade rosto, na vertical, pintado de branco.  Do lado direito, uma mulher branca com metade do rosto, na vertical, pintado de preto.  O fundo da imagem árvores desfocadas. Os cabelos da mulher negra estão alisados. O cabelo da mulher branca é crespo.

Há duas semanas do dia 13 de maio, o Dia da Abolição da Escravatura em nosso país, convido-os para uma imersão em alguns conceitos e reflexões que nos ajudem a caminhar em direção à superação de qualquer traço de preconceito de raça que ainda que sem perceber estejamos reforçando nas oportunidades de trabalho.

Clique aqui para ler na íntegra o meu mais recente artigo "Percebam que a alma não tem cor".

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Curso Pós Afirmativa, para inclusão de afrodescendetes em programas de Mestrado e Doutorado

O Curso Pós Afirmativas tem por objetivo preparar potenciais candidatos/as negros/as aos processos seletivos de Programas de Pós-Graduação (mestrado e doutorado) das universidades brasileiras, especialmente da Universidade de Brasília lança seu EDITAL 2014. 

Aos interessados/as seguem as datas de inscrição e seleção:
As inscrições: 03, 04 e 05 de fevereiro de 2014
A seleção: 10, 11 e 12 de fevereiro de 2014.
Local: Centro de Convivência Negra - CCN/ Universidade de Brasília - UnB/ Campus Darcy Ribeiro

Mais informações, clique aqui


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Seminário de Mulheres Indígenas e Segurança Alimentar e Nutricional

Na próxima terça e quarta-feira (12 e 13) acontece em Brasília o Seminário de Mulheres Indígenas e Segurança Alimentar e Nutricional , encontro que reunirá 60 mulheres indígenas - de diversas etnas e das cinco regiões do país.

O evento, que ocorre a partir das 8 horas, na sede da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), no Núcleo Bandeirante (DF), é promovido pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea).

Além de abordar a segurança alimentar e nutricional das mulheres indígenas, o evento também vai promover a troca de experiências, práticas e saberes entre as diferentes culturas alimentares indígenas, dar visibilidade ao papel das mulheres indígenas e promover o diálogo entre os órgãos do governo federal que tratam do assunto.

Para selecionar as participantes, o Consea pediu indicações das entidades indígenas com assento no conselho e fez a escolha mediante critérios que contemplassem as cinco regiões do país e preservassem a diversidade de etnias.

Foram convidados para o evento os ministros da Justiça, Saúde, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Políticas para Mulheres, Direitos Humanos e Secretaria Geral e Supremo Tribunal Federal, além de integrantes da Frente Parlamentar de Segurança Alimentar e Nutricional no Congresso Nacional.

Entre os apoiadores do evento estão a Fundação Nacional do Índio (Funai), Secretaria de Políticas para Mulheres (SPM), Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sesan), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e ONG Oxfam Internacional.

A programação oficial ainda depende de algumas confirmações. Assim que for concluída, será divulgada nos informativos do Consea.

Serviço
Seminário de Mulheres Indígenas e Segurança Alimentar e Nutricional
Dias: 12 e 13 de novembro (terça e quarta-feira)Horário: a partir das 8hLocal: Sede da Contag, SMPW Quadra 1, Conj 2, Lote 2, Núcleo Bandeirante (DF)

Fonte: Jornal Dia a Dia

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Concurso de Curtas sobre a Lei Maria da Penha

A Secretaria da Mulher da Câmara dos Deputados (órgão formado pela Procuradoria Especial da Mulher e pela Coordenação da Bancada Feminina), e a Procuradoria da Mulher do Senado Federal realizam a segunda edição do Concurso de Curta Documentário sobre a Lei Maria da Penha.

O evento, que tem apoio do Banco Mundial e da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, tem o objetivo de divulgar a Lei Maria da Penha e promover o debate sobre a igualdade de gênero.

Nesta edição, o evento será voltado para estudantes do ensino médio (14 a 16 anos).  As (Os) alunas (os) deverão produzir um vídeo, de até cinco minutos, por meio de celular ou câmera digital, sobre o tema: “Violência contra a Mulher: o que você tem a ver com isso?”.  As inscrições e o regulamento já estão disponíveis no site oficial do evento:www.curtamariadapenha.com.br.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE A MULHER COM DEFICIÊNCIA, NA CÂMARA DOS DEPUTADOS

AUDIÊNCIA PÚBLICA IRÁ TRATAR DA DUPLA VULNERABILIDADE DA MULHER COM DEFICIÊNCIA DIANTE DE SITUAÇÕES DE ABUSO E VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

A Deputada Rosinha da Adefal, Presidenta da Frente Parlamentar do Congresso Nacional em Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, convida para audiência pública para discutir a múltipla vulnerabilidade da mulher com deficiência diante de situações de abuso e violência doméstica, a ser realizado no dia 7 de novembro de 2013 (quinta-feira), às 9h30min, no Plenário 7 da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.

Farão parte da mesa representante da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos das Pessoas com Deficiência (SNPD), do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Conade), da Secretaria de Política para as Mulheres (SPM), e representando a sociedade civil a ONG Essas Mulheres e a Organização Nacional dos Cegos do Brasil (ONCB).

A audiência contará com interpretação em Libras, legenda em tempo real e será transmitida ao vivo pelo portal www.edemocracia.gov.br

Esta é a primeira de uma série de audiências que serão realizadas para tratar da condição da mulher com deficiência.

Contatos: 
(61)3215-5230/51230/53230/54230
dep.rosinhadaadefal@camara.leg.br

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Mulheres cegas de todo Brasil se reúnem em Brasília nos dias 18 a 20

I Encontro Brasileiro de Mulheres com Deficiência Visual, que ocorrerá em Brasília nos próximos dias 18, 19 e 20 de outubro.

O evento é resultado de uma parceria da Organização Nacional de Cegos do Brasil (ONCB), em parceria com a Fundação ONCE de solidariedade para com as pessoas cegas da América Latina - FOAL

Seu objetivo é iniciar formação para lideranças femininas, prioritariamente, com as 66 instituições filiadas a ONCB, com os seguintes propósitos:

  • Mobilizar as mulheres com deficiência visual representantes das entidades filiadas a ONCB em favor da constituição da rede ONCB de mulheres;
  • Conscientizar as mulheres com deficiência visual sobre a necessidade de seu empoderamento em favor da luta pelos direitos humanos e cidadania;
  • Debater sobre assuntos relativos à mulher com deficiência visual.

As entidades envolvidas entendem a necessidade de maior incidência de mulheres cegas nos movimentos de luta acerca dos direitos das pessoas com deficiência, reconhecendo uma lacuna nos espaços governamentais e civis que, por um lado, significa o desconhecimento do contexto particular que envolve as mulheres com deficiência visual, e por outro lado, representa um espaço aberto e sem a efetiva participação da mulher com deficiência visual no movimento de luta em favor dos direitos da mulher.

O evento será transmitido integralmente pela rádio Mundo Cegal, que pode ser acessada pelo endereço www.mundocegal.com.br/radio

Demais rádios que tenham interesse em retransmitir o evento poderão entrar em contato pelo endereço mundo@mundocegal.com.br

A programação do encontro ainda não foi disponibilizada, mas as atividades terão início no dia 18, próxima sexta feira, a partir das 9h.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

I Seminário do Curso de Especialização em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça (aberto ao público e gratuito)


 A Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, por meio do Geppherg – Grupo de Estudos e Pesquisa em Políticas Públicas, História, Educação das Relações Raciais e de Gênero juntamente com o IPEA- Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada convida o para o I Seminário do Curso de Especialização em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça – GPPGeR , a realizar-se no dia 24 de agosto de 2013, das 8h às 12h, no Auditório Dois Candangos da Faculdade de Educação.

O Seminário integra as atividades de formação realizadas periodicamente nos encontros presenciais obrigatórios, e que, nesta oportunidade abre para o público externo ao GPPGeR.

Programação
8h – 9h30: Prof. Dr. Júlio César de Souza Tavares – Universidade Federal Fluminense/ UFF
Mediadora: Profª. Ms. Deborah Silva Santos – Faculdade de Ciência da Informação/ UnB
 
9h30 -11h: Profª Drª Maria Zélia Borba Rocha – Faculdade de Educação da Universidade de Brasília/ UnB
Mediadora: Profª. Drª Carmenísia Jacobina Aires – Faculdade de Educação/ UnB
 
11h – 11h30: Lançamento do livro “Igualdade Racial: reflexões no ano internacional dos afrodescendentes” (Ipea)
Organizadoras: Tatiana Dias Silva e Fernanda Lira Goes (Ipea)
 
11h30 – 12h: Coffee break (organizado pelos/as estudantes do curso)

Presença dos/as Autores/as: Prof. Dr. Rafael Sanzio; Prof. Silvio Silva, Prof Drª Renísia Cristina Garcia Filice, Prof. Dr. Joaze Bernardino Costa.

 
Local de Realização: Auditório Dois Candangos - Faculdade de Educação - Campus Darcy Ribeiro/ UnB - Brasília - DF

Fonte: Plataforma do Curso de Gestão de Políticas Públicas de Gênero e Raça da UnB.